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DESPEDIDA DE FIM DE ANO!

» Por Pabllo Cezar
[ 24 de dezembro de 2011 | 1 Comentário ]
É muito gratificante pra min escrever esse texto ao final deste ano em que tantas coisas, boas e ruins, aconteceram, dentre elas a minha integração neste blog.
Cresci muito nesses nove meses de blogueiro em que estou aqui, debatendo assuntos diversos com vocês. Vocês que, fazem o sucesso deste espaço, vocês que me dão alegria a cada postagem a cada opinião humildemente expressada aqui, no blog futeaki o seu espaço de livre expressão.
Gostaria de dizer que me integrei no mundo de tal forma após a minha entrada no blog futeaki e que não me arrependo de nada que fiz e, até me orgulho de muita coisa deste ano.
TALVEZ, SEMANA QUE VEM, TENHA UMA SURPRESA AQUI NO BLOG, PARA FECHAR O ANO COM CHAVE DE OURO. CASO CONTRÁRIO, SÓ VOLTAREI A POSTAR AQUI NO PROXIMO ANO.
Até lá, boas festas.
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO
Pabllo Cezar R. Maia

Inenarrável

» Por Luís Sérgio
[ 10 de novembro de 2011 | Adicione um comentário ]
São em jogos emocionantes, com idas e vindas. São em jogos decisivos, que são decididos em detalhes. São em finais de campeonato, onde a emoção fala mais alto. Enfim, em jogos assim, é muito difícil você descrever com precisão aquilo que realmente se sente o vendo ali, ao vivo.

E nesta quarta foi assim, um jogo como outro qualquer que se transformou em um jogo inenarrável, indescritível, difícil de se explicar. Pois como pode em um jogo que se parece caminhar para um lado fácil, virar difícil, impossível, quase possível, possível e depois concluido?

Difícil dizer. Mas fácil ver, assistir, porque foi algo fora do comum, e por isso não há como se dizer que foi porque um time tinha menos qualidade ou porque o outro time tinha esse e aquele jogador ou então porque tinha um a menos. Pode até ser...

Mas o verdadeiro diferencial deste jogo foi mostrar que quando todos se unem, que quando todos 'vão cantar de coração', a cruz de malta faz valer o sue pendão.

Sem mais.
Luís Sérgio

E quem ganhou foi o futebol

» Por Luís Sérgio
[ 30 de outubro de 2011 | 1 Comentário ]
Não é torcida, clube, jogador ou a moral da boa índole que foi o premiado pela 'guerra' entre Grêmio e Ronaldinho Gaúcho neste reencontro dos dois. Foi o futebol que viu em um jogo, o visitante abrir 2 a 0 mesmo sendo pressionado o tempo todo. Ter visto o time da casa virar com 3 belíssimos gols e ter a satisfação de ter visto um grande jogo de futebol.

Já sobre o ingrediente especial que tinha a partida, de fato quem levou foi a torcida magoada. Magoada por não ter um dos melhores jogadores do mundo em seu time, quando por opção pessoal ou financeira ou outra qualquer (que nós mortais não saberemos), preferiu ir para um outro time e que nele voltou a ter um pouco do brilhantismo que outrora já teve.

Outrora, porque neste jogo, o brilhantismo se apagou apesar das boas jogadas e chances que teve. Brilhantismo este que foi divido e compartilhado pelos jogadores do Grêmio.

Que foi no embalo da torcida e foi pra cima a todo instante. Levou o primeiro gol e continuou. Levou o segundo e ainda assim tava lá, com sua torcida cantando. E como recompensa, diminuiu ainda na primeira etapa.

Entrou novamente em campo da mesma forma. E o brilhantismo não demorou a aparecer.

André Lima fez o gol que a torcida esperava que Ronaldinho fizesse em seu clube. Douglas também mostrou a Ronaldinho o que acontece quando se faz outro gol magistral e vai pro mar azul grená comemorar. Miralles então, nem se fala...

Mesmo assim Ronaldinho, o Flamengo e todos os outros tem que admitir que mesmo perdendo, quem ganhou foi o futebol limpo, honesto e da forma como deve ser.

Abraço!
Luís Sérgio

Quarta vascaína

» Por Luís Sérgio
[ 26 de outubro de 2011 | 1 Comentário ]
Até vai que o Aurora não é um 'grande' time para se enfrentar (apesar de ser o líder do campeonato boliviano) e que a superioridade vascaína era evidente. Mesmo assim, vencer por 8x3 qualquer que seja o time, só tende a mostrar o quanto a fase é boa e o quanto o time tem cada vez mais aquele espírito de campeão.

Mesmo tendo uma desvantagem fácil de se reverter (tendo que vencer por 2x0 ou por mais de três gols de diferença se o adversário marcar), não se pode subestimar nenhum time de uma competição sulamericana.

Só que quando o time quer, mesmo sendo 'reservas' ou não, ai não tem jeito. A vontade faz a diferença. E aliando isso a qualidade visívelmente superior, só se podia imaginar a classificação, no mínimo.

E ela veio como um show para lavar a alma de todo mundo que ainda não estava 'bem' no time. Alecssandro, que desde a Copa do Brasil não fazia uma grande participação, fez logo dois gols. Bernardo também fez dois. E os demais, nem preciso citar.

Uma pequena festa para alegrar a quarta vascaína com uma lição geral para os demais.

Trate bem a Sul-Americana. Apesar de não parecer, ela rende bon$ fruto$ ao clube e muitas alegrias ao torcedor.

Porque time que quer ser campeão, não gosta de perder nem em pelada e nem em Sul-Americana.

E isso o Vasco já aprendeu.

Abraço!
Luís Sérgio

Desapego

» Por Luís Sérgio
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Pela forma como foi para a partida e da forma que começou (e terminou) jogando, não seria difícil imaginar que o Botafogo foi para perder a partida e a classificação para a próxima fase da Sul-Americana. E de fato, é visível o desapego que os clubes brasileiros que ainda disputam algo no Brasileirão tem por esta curta e emocionante competição que emula uma libertadores.

Os únicos destaques da noite foram Elkeson e o grande 'talento' do cachorro que invadiu o jogo no segundo tempo e deu uma aula de como se driblar jogadores e pessoas.

Pra quem começou aos 2 minutos de jogo sofrendo um gol (mesmo que impedido) mostra com certa clareza quem entrou para ganhar e quem entrou para 'cumprir tabela'. Só que quando o Botafogo resolveu 'acordar' e participar da brincadeira de jogar futebol, já estava perdendo de 2 a 0.

Mesmo assim, Elkeson mostrou que quem é bom jogador, joga qualquer partida e não quer perder, nem mesmo uma partida de Sul-Americana. Foi pra cima, buscou a jogadas e só não conseguiu ajudar o Botafogo a abrir o placar porque Caio perdeu boas chances e só não fez o dele por estar jogando 'sozinho'.

Mas o golpe fatal veio no final do primeiro tempo com o gol contra do zagueiro-tartaruga Léo, que perdeu todas nas corridas. 3 a 0 e vaga para a disputa total do Brasileirão conseguida.

Segundo tempo chato e previsível, com a bela exeção do golaço feito por Rodas que em um só lance tirou o zagueiro Gustavo e já ajeitou para bater no angulo. E também pelo já citado 'Neymar estrangeiro' versão cachorro (sem alusões), que esbanjou sua categoria em campo.

Ahhh, antes de terminar, o Botafogo até diminuiu com Alexandre Pires -digo Oliveira- em um bom contra-ataque, que se tivesse acontecido mais 3 vezes, poderia ter mudado toda esta história.

Só espero que quarta, Flamengo e Vasco (principalmente este, claro) sejam um pouquinho solidários com esta pobre competição que carece de carinho e amor e que sabe retribuir muito bem a quem a conquista (apesar de alguem já ter esta figurinha).

Afinal, quem é que se desapega de uma vitória seja ela em qualquer competição?

Abraço!
Luís Sérgio

Dependência própria

» Por Luís Sérgio
[ 23 de outubro de 2011 | Adicione um comentário ]
Rodada fora do contexto natural. E deste fato surge um único favorecido, um único aproveitador. E desta vez foi o Vasco, que mesmo enfrentando o time 'papa-rio', venceu fora de casa e ainda jogando bem, contrariando o fato de vencer jogando 'feio'.

Jogo este que começou nos protocolos mais que naturais do futebol, do time que joga em casa, indo pra cima e buscando o seu resultado. Mas para quem está na parte de cima da tabela, não é somente a competência que o acompanha o campeonato todo. A sorte bate muito mais vezes em sua porta do que o azar.

E foi assim, mesmo tendo sofrido pressão com bola no travessão e tudo, que o líder do campeonato abriu o placar do jogo para a vitória. Com um belo gol para se começar uma vitória, Felipe, o 'falso-lateral' desenhou o começo da vitória.

Vitória esta que parecia que ia sair de contra-ataques, já que o Vasco jogou com 4 volantes no time. Ledo engano. O 'nó tático' de certa forma aconteceu, agora pela iniciativa de quem não saberemos, mas que de certo funcionou. Jumar cobrindo Felipe na esquerda, fez ele voar para armar as jogadas.

Só que mesmo assim, eta time chato este Bahia, num é meu rei? Júnior cabelo branco (da breguice ou da velhice) entrou movimentando o ataque baiano e assustando o cruzmaltino, que ficou balançado, mas não acuado.

Pois, mesmo com a saída de Felipe, ainda restava o nome do campeonato (pra mim até aqui e provavelmente até o final) no jogo. Diego Souza, que mesmo com alguns dizendo que ele é vagalume, apagado ou sumido, faz o papel que é fundamental quando se precisa.

E quando o Bahia mais pressionava e buscava o empate milagroso, no último lance do jogo, com a sorte,  competência e aprendizado, fez o gol da sacramentação do jogo.

Agora sem Felipe e Juninho lesionados, sem Fágner e Diego Souza suspensos, o Vasco irá pegar o São Paulo em casa. Mesmo sem eles, o Vasco não irá depender deles para vencer. 

Dependerá de sí mesmo, de seu time, sua torcida e seu elenco, pois agora para ser campeão a dependência será apenas sua, própria.

OBS. 1.: É chover no molhado, porque mais uma vez tivemos erros de arbitragem no jogo que influenciaram (e influenciariam) no resultado da partida. Menos pior porque foi para os dois times e porque o mais prejudicado venceu (pelo fato de ter feito o gol e ter sido anulado, sem parcialismo);

OBS. 2: Esse é um dos motivos que me faz ser um simpatizante torcedor do Bahia desde criança, o respeito, a cordialidade e a forma de tocer. http://glo.bo/oFLHig

OBS. 3: É vero, eu sei. Há 10 mil anos atrás que eu não posto aqui, mas não é por falta de vontade. É por motivos alheiros a minha vontade, que estão sendo superados por mim neste final de ano com algumas ajudas.

Bom, é isto e até a próxima (e espero que breve) postagem.

Abraço!
Luís Sérgio

SUPERCLÁSSICO DAS AMÉRICAS

» Por Pabllo Cezar
[ 27 de setembro de 2011 | Adicione um comentário ]
Falhei. Falhei não publicando nada, sobre os dois jogos, entre Brasil e Argentina. Mas, cá estou eu, pronto para emitir minha opinião sobre essas duas partidas, que, querendo ou não, valem uma taça.
‘’SuperClássico das Américas’’. O nome é exageradíssimo, um Brasil e Argentina com limitação na convocação, não é Brasil e Argentina, e não venha me dizer que o que importa é o escudo no peito, o que importa é a liberdade de convocação, para que os treinadores possam montar equipes fortes, é daí que vem o nome SELEÇÃO, é o fato de um treinador poder convocar jogadores do mundo inteiro. Convenhamos, a Seleção Brasileira até está menos deformada que a Argentina. Mas, os nossos Hermanos estão realmente com uma equipe reserva.
O primeiro jogo mostrou que não podemos esperar muita coisa desse ‘’superclássico’’, inclusive na minha opinião, Réver foi o melhor em campo. Tivemos uma belíssima jogada de Leandro Damião em que a bola bateu na trave após uma linda lambreta e um chute, do mesmo Damião, na trave. Tirando isso, nem mais um lance de perigo, para ambas as partes.
Neste segundo jogo, não espero uma grande atuação das equipes, mas, torço por isso. Sinceramente acho que será uma péssima partida, porém, gostaria profundamente de queimar a língua, ou melhor, os dedos.
Falando de Seleção Brasileira. O time canarinho não atravessa um bom momento. Não ganhou nenhum grande jogo desde que Mano Menezes assumiu o cargo, a pouco mais de um ano. Esse jogo contra a Argentina é perfeito para o Brasil se auto intitular a melhor seleção do mundo.
Resta-nos esperar e não perdemos nenhum lance!
BRASIL x ARGENTINA
BRASIL: Jefferson; Danilo, Dedé, Réver e Cortês; Ralf, Rômulo e Lucas; Neymar, Borges e Ronaldinho Gaúcho
Técnico: Mano Menezes
ARGENTINA: Orión; Cellay, Desábato, Sebá Dominguez e Pillud; Fernández, Canteros, Papa e Montillo; Mouche e Viatri
Técnico: Alejandro Sabella
Local: Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém (PA)
Data: 27 de setembro de 2011, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)
Assistentes: Pablo Fandiño e Mauricio Espinosa (ambos do Uruguai) 
Pabllo Cezar R. Maia (pcezarfut)  

O DIA DO FICO!

» Por Pabllo Cezar
[ 19 de setembro de 2011 | Adicione um comentário ]
Há mais ou menos uma semana, publiquei um texto falando das especulações envolvendo o supercraque Neymar. No blog (http://www.pcezarfut.zip.net/)
Pois é, hoje o menino da vila anunciou que fica.
Sim, ele fica no Santos, até pelo menos os jogos olímpicos de Londres.
Depois disso... ninguém sabe.
O D. Neymar 1º disse, ‘’as margens’’, da Rua Francisco Manoel (SP) que fica.
‘’Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação digo ao povo que FICO’’.
Felizmente estas não foram as palavras do craque, pois, seria um plágio pouco criativo, mas, foi mais ou menos assim que se tornaram as especulações sobre o ídolo alvinegro, um épico histórico.
Os acompanhantes do blog sabem minha opinião sobre a saída de Neymar, mas, devo refrescar a memoria de alguns: acho louvável a decisão do craque. Neymar tem que ficar no Santos, pois, isso seria excepcional para ele, para o clube e para o futebol brasileiro. Além disso, eu acho abominável esse conceito de que para ser um dos melhores do mundo tem que se jogar na Europa. Esse é o pensamento mais medíocre do meio futebolístico, para muitos anônimos e notáveis Neymar já é um dos melhores do mundo. O garoto é melhor que Fernando Torres, Cristiano Ronaldo (que é um grande jogador, porém, ‘’firuleiro’’), muito melhor que Robinho entre outros.
Publico agora as principais partes da entrevista de Neymar:
Especulações sobre a saída do Santos
"Já deixei o clube um monte de vezes, essa é mais uma. Não adianta mais eu falar nada, mas já está resolvido e cravado: não estou acertado com nenhum clube. É o certo, é o que está decidido. Vou trazer um gravador daqui a pouco. Vou ficar no Santos, está cravado que não saio na próxima janela. Se depender de mim, continuo aqui por muito tempo."

Participação nas negociações com Real e Barcelona
"Eu sei de tudo, meu pai sempre está por dentro de tudo também. É ele quem toma conta da minha carreira. Eu e ele decidimos tudo. Minha família sempre foi muito unida e por isso tomamos conta de tudo."
Peso da questão financeira
"Dinheiro não pesa. Vocês já viram no passado que o dinheiro não pesa, e sim a felicidade. Não sou um cara que gosta de mentir. Já tive muitos problemas, sempre vim aqui esclarecer tudo, falar sobre tudo. Não tenho motivo para esconder nada de ninguém."
Felicidade no Santos
"É o que pesa. Estando feliz, não tem motivo para sair. A felicidade é o que importa, estou com meus amigos e minha família. Um dia vou acabar me distanciando, mas estar feliz é o que mais pesa."
Fica até quando?
"Vou ficar até a próxima janela, até o centenário, até os Jogos Olímpicos. Depois não tem como garantir. Não consigo nem garantir se vou jogar amanhã, não dá para garantir daqui a um ano, um ano e meio. Ainda tem chão até lá, muito jogo para ser jogado. Hoje, o certo é que sou do Santos."
FIQUE NEYMAR ATÉ QUANDO VOCÊ ACHAR NECESSARIO!
Pabllo Cezar R. Maia (pcezarfut)

CAMPEONATO BRASILEIRO: ATLÉTICO/MG 1 X 2 CRUZEIRO/MG

» Por Pabllo Cezar
[ 29 de agosto de 2011 | Adicione um comentário ]
Em jogo valido pela décima nona rodada do Campeonato Brasileiro (última do primeiro turno da competição), Atlético/MG e Cruzeiro fizeram o clássico de Minas Gerais.
A equipe celeste venceu e chegou à vinte e sete pontos no campeonato. Com isso o time azul deu um salto da décima terceira posição para à sétima, e, agora luta pela vaga no G4 (ou G5 dependendo da colocação do Vasco da Gama, e, do campeão da Copa Sul-Americana). Já o galo: pulou, mas, de um penhasco. O time estava na décima 18 posição e caiu para à penúltima (selando assim as chances de titulo ou de Copa Libertadores).
O Cruzeiro não fez uma grande partida, mas, teve à seu favor o talento individual. Trunfo que faltou ao Atlético. Quando digo ‘’talento individual’’ não falo apenas de Montillo, mas, também e quase principalmente do goleiro Fabio que fez um jogo excepcional. É ai que está a diferença entre galo e raposa: o Cruzeiro tem um goleiro excelente, um meia incrível além de bons volantes. O galo tem um bom goleiro, na teoria, já que todo mundo fala que Renan Ribeiro é ótimo, mas, o atleta nunca prova, aí fica difícil. No meio-campo o Atlético conta com Daniel Carvalho que joga muito bem, mas, não engrena (isso porque seus treinadores não dão uma sequencia à ele).
O CLÁSSICO
A partida começou aberta as duas equipes foram a campo com o proposito de vencer e com escalações que proporcionariam isso.
Logo aos dois minutos o galo assustou a raposa. O lateral-esquerdo Eron cruzou Guilherme chutou de primeira e a bola passou rente à trave esquerda do goleiro Fabio. O Cruzeiro respondeu aos oito. Em bola rebatida o centroavante Wellington Paulista chutou de fora da área, mas, a bola passou sem perigo.
O gol tão esperado pelos torcedores cruzeirenses que assistiam o jogo pela TV saiu e foi do craque Montillo. Wellington Paulista roubou a bola de Eron e passou à Montillo, o meia tocou por cima das pernas de Renan e só conferiu o caminho feito pela bola até o gol. Mas, como nem tudo são flores... o gol marcado por Montillo estava impedido e com esse erro do auxiliar o Cruzeiro confirmou o um a zero.
Depois do gol celeste o jogo esfriou mas ainda sim o galo chegou com grande perigo. Aos quatorze minutos do primeiro tempo o lateral-direito Serginho chegou à linha de fundo e cruzou muito bem, mas, ninguém desviou. Aos dezenove a raposa fez boa jogada pela direita e lançou a Anselmo Ramon o atacante chutou e Renan Ribeiro defendeu.
Aos vinte e um minutos o Cruzeiro abriu mão do bom futebol. O centroavante Wellington Paulista se machucou e na alteração Joel Santana colocou o volante Charles ao invés de um outro atacante. A partir daí o time azul não teve mais oportunidades, a não ser uma cabeçada do meia Montillo nas mãos de Renan Ribeiro.
O fim do primeiro tempo deu à entender que a vitória celeste seria tranquila; pelo contrario, o galo voltou com fome de bola. Cuca promoveu duas alterações: a entrada de Daniel Carvalho no lugar do meia Caio (que não apareceu no jogo), o treinador ainda sacou o lateral Eron (que fez uma péssima partida) e colocou a atacante Neto Berola, assim Richarlyson foi parar na ala esquerda.
As mudanças surtiram efeito e o galo entrou em campo fervendo. logo aos onze minutos o volante Fillipe Soutto (que fez uma bela partida) acertou um belo chute. O jogador colocou a bola no ângulo superior esquerdo de Fabio, tirando assim quaisquer chance de defesa.
O galo cresceu no jogo e passou a pressionar o Cruzeiro que só se defendia. O galo teve uma grande chance aos vinte e cinco minutos quando André ajeitou de cabeça para Magno Alves que soltou uma bomba, a bola explodiu no zagueiro Naldo.
O Cruzeiro tentou voltar a atacar quando Joel Santana sacou o meia Roger para a entrada do atacante Ortigoza.
O galo pressionava muito e o Cruzeiro mesmo com a alteração só se defendia. O meia Daniel Carvalho deu três preciosos lançamentos, mas, em todos o impedimento foi marcado, erradamente. Daniel acertou dois lançamentos de três e os dois que ele acertou deixariam o atacante Neto Berola na cara de Fabio.
O galo não conseguiu marcar de nenhum jeito, aí prevaleceu o talento individual de Walter Damián Montillo. Aos quarenta e dois minutos o craque pegou a bola passou fácil por Leonardo Silva e bateu pro gol, o goleiro Renan Ribeiro aceitou e o Cruzeiro confirmou o dois a um e a vitória.
JOGO TÁTICO
Observando a partida percebi algumas atitudes táticas dos treinadores e dos jogadores, aí resolvi incluir no meu texto o quadro jogo tático. O quadro funcionará da seguinte maneira: eu analisarei os posicionamentos táticos das equipes (a partir de hoje isso acontecerá em todos os textos de jogos que eu farei).
Bom, o clássico mineiro será a primeira partida. Associe as informações abaixo ao quadro acima.
O Cruzeiro veio com a proposta de marcar menos e atacar mais, mas, ao decorrer da partida o técnico Joel Santana abdicou desse estilo jogou e adotou um estilo mais marcador, o que foi muito ruim para o Cruzeiro, já que o galo tinha jogadores consistentes em seu ataque, o trinador celeste colocou em campo o volante Charles que é marcador, mas, também é ofensivo e essa característica do jogador complicou a vida azul.
Charles entrou com o proposito de marcar o atacante Guilherme, e nesse ponto Joel foi muito feliz, pelo seguinte fato: o volante Marquinhos Paraná marcava o atacante André, Fabrício marcava o meia Caio e Guilherme ficava com os zagueiros e isso estava complicando  a zaga celeste. Bela substituição de Joel.
O treinador Cuca percebeu as alterações de Joel e entrou com o meia Daniel Carvalho no lugar de Caio ganhando assim mais possibilidades de ganho individual de Daniel em cima de Fabrício. O técnico também colocou Neto Berola no lugar de Eron, passando Richarlyson para a lateral-esquerda e Berola para o lado direito do ataque obrigando o lateral Gilberto a ficar retido na defesa. Cuca ainda confundiu os defensores cruzeirenses com a troca de posições de André com Guilherme (depois Magno Alves)
A tática azul deu certo no final mas o jogo tático do clássico foi muito bom.
Atlético 1 x 2 Cruzeiro
Atlético
Renan Ribeiro; Serginho, Réver, Leonardo Silva e Eron (Neto Berola, intervalo); Pierre, Richarlyson, Fillipe Soutto e Caio (Daniel Carvalho, intervalo); Guilherme (Magno Alves, 17min do 2ºT) e André.
Técnico: Cuca
Cruzeiro
Fábio; Vitor, Naldo, Leo e Diego Renan (Gilberto, aos 44min do 1ºT); Fabrício, Marquinhos Paraná, Roger (Ortigoza, 27min do 2ºT) e Montillo; Anselmo Ramon e Wellington Paulista (Charles, 21min do 1ºT).
Técnico: Joel Santana
Motivo: 19ª rodada do Campeonato Brasileiro
Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data: 28/08/2011, às 18 horas
Gols: Montillo (CRU), aos 12min do 1ºT e aos 42min do 2ºT; Fillipe Soutto (ATL), aos 11min do 2ºT
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (Fifa/SP)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Helbert Costa Andrade (MG)
Cartões amarelos: Serginho (ATL) e Naldo, Roger, Fabrício, Fábio e Montillo (CRU)
Cartão vermelho: Não houve
Pagantes: 16.720
Renda: R$ 85.640,00
Pabllo Cezar R. Maia (pcezarfut)

   

Inocência ou sinceridade?

» Por Luís Sérgio
[ 7 de agosto de 2011 | 2 comentários ]

Mais um 'causo' (dos vários que já teve e que ainda virão) sobre jogadores de futebol e sua índole, inocência ou picaretagem.

Desta vez a bola da vez é o Fred do Fluminense. Segundo ele, logo após a grande vitoria do Flu sobre o Ceara por 4x0, dele foi seguido e ameaçado por vagabundos (que não tem a honra de serem chamados de torcedor) sobre sua performace no clube.

Depois deste 'causo', Fred pediu para não jogar no jogo seguinte contra o Internacional, jogo este que o Flu também venceu.

Depois disto, vem a polêmica. Ahhh, ele jogou para não cumprir o 7º jogo no campeonato. Ahhh, ele tá de chinelinho. Ahhh, ele quer sair. E mais e mais motivos e argumentos para tal atitude.

Agora eu penso, e se o jogador estiver falando a verdade, sendo sincero, será que alguém que o acusou vai se lembrar de pedir desculpas? Nem a pau Juvenal. Agora, se um dos vários motivos para o suposto 'causo' acontecer, todo mundo vai atacar pedra e escuraçar o jogador

Aquilo que mais lhe convém, é o que acontece no futebol. Hoje é mais fácil culpar o jogador do que realmente acreditar nele. Deveras, há também os seus motivos. Mas será que o ser humano perdeu a fé na palavra das pessoas?

Se for isso, nunca mais teremos ídolos como Zico, Dinamite, Pelé, Rogério Ceni e tantos outros. Porque quando um jogador falar que ama o clube mas não vai poder continuar jogando lá por causa da diretoria, de vagabundos e outros, ele automaticamente deixa de ser ídolo para ser inimigo.

Eu ainda creio e acredito na sinceridade, ou será que é muita inocência minha acreditar na palavra das pessoas?

Espero que eu esteja certo, para o bem de todos... principalmente do futebol.

Abraço!
Luís Sérgio